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Dia Internacional da Mulher tem amplitude no tema mais envolvente
da humanidade que é a atuação feminina em todos
os acontecimentos na face da terra. No Gênesis, explica-se uma
costela do homem retirada por Deus para ser recuperada, posteriormente,
num exigente acasalamento responsável pela perpetuação
da espécie humana. Daí a arrogância machista inata,
pela domínio da, companheira, submissa, em troca de meiguice,
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carinho, amor, sedução, ternura, sexo, maternidade,
sofrimentos.As eras
milenares mudaram, com suas culturas e visão de uma realidade
notável de desenvolvimento dos povos. A percuciência
feminina tem reagido contra discriminação pelo homem,
buscando uma emancipação justa que a liberte de uma
escravização histórica, assédio, violência
sexual, e desigualdade social. Muito já se conseguiu, mas persiste
a
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negação
de seus valores no mercado de trabalho, intelectualidade, capacitações.
Há quem confirme que a fragilidade feminina, ao longo dos
tempos, vem quebrando velhas amarras e exibindo outra valorização
além da
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mulher heroína como esposa, mãe, educadora e rainha
do lar e elo vital da família, sem o qual não a.existiria
sociedade organizada. A escritora Vilma Maciel fala sobre a mulher
atual mais realista, auto-suficiente, emancipada e seletiva, afastando
mais o sonho de um matrimônio e filhos. No Brasil, tivemos um
passado de mulheres notáveis, A Princesa Isabel, única
mulher que governou nosso País, Ana Neri, nos campos de batalha,
Bárbara de Alencar, proclamando sua República, Chiquinha
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Gonzaga, voando sua liberdade nas asas da música, beata Maria
de Araujo, em nosso Juazeiro,conversando com Cristo e mostrando o
Seu sangue nas mãos. Hoje temos brasileiras no Congresso Nacional,
no cume de pesquisas científicas, escalões das Forças
Armadas, pilotando Boeings, no comando de navios, maestrinas, líderes.
São elas, ainda, a fonte do amor, sonhos, enlevo, ternura,
cuja presença, ontem como hoje, inspira o desejo da perpetuação
e torna os homens eternos enamorados da felicidade..
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